terça-feira, 26 de abril de 2011

Marcelo Camelo - A noite


Triste é viver só de solidão
Pena de quem nunca esteve aqui
Pra ver fazer dormir a noite
Triste é viver só de solidão
Pena de quem nunca esteve aqui
Pra ver fazer dormir a noite
Passará depois em cada despedida
Nos romances os mistérios dessa clareira
Que há de luz iluminar
É, vai ver é só saudar o sol
Passará depois em cada despedida
Nos romances os mistérios dessa clareira
Que há de luz iluminar
Eu vim, eu vi
Foi bom demais
Passará depois em cada despedida
Nos romances e mistérios dessa clareira
Que há de luz iluminar..

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Tudo só

O processo de criação é o que move, é sentar a mesa junto com o que a de mais criativo, vindo numa forma de acaso, indo sem tempo algum pra ficar. Agora é noite, faz tanto silêncio que consigo ouvir ao longe grunhidos dos gatos e cachorros a uivar, os pingos que restaram da chuva, fazem uma orquestra noturna, será o silêncio absoluto? ou o barulho sufocado? o que importa é que me sinto sereno, como se parasse pra ouvir o que estou pensando, por alguns segundos que considero somar em meu tempo de vida.